segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Catarina, uma alegre AcampaKi

Olá,
Foi mais um ano, foi mais um Acampaki.
Na verdade, foi o meu terceiro Acampaki e como todos eles são especiais para mim este não foi excepção.
Foi a agitação do costume, com o montar e desmontar a tenda e também foi um pouco fazer e rever amigos e amizades. Foi um momento (mais um) com Deus e o Carmo Jovem.

Mas este na também foi diferente, parece que foi um despertar para uma coisa importante na vida. Este Acampaki ensinou-me que mesmo quando a vida parece negra algo/alguém está lá para nos apoiar e ajudar e esse alguém é Deus.

É um momento de recarregar baterias com a ajuda da Nossa Senhora do Carmo e com a ajuda do Carmo Jovem.

Conheci pessoas maravilhosas e com a ajuda delas cresci tanto exteriormente como interiormente. Foi sobretudo um momento de aprendizagem que só o Carmo Jovem sabe dar. É esta a ajuda que ele nos dá para nós fazermos a nossa carminhada até Deus.

Enquanto escrevo isto já estou a pensar no VIIAcampaki e de certeza que vai ser tão bom ou até melhor do que este, vai ser (no fundo) ao jeito que só a Ana Caramez pode dar e fazer.

Beijinhos e até para o ano,
Da vossa amiga,
Catarina Costa

Sara, a Acampaki que chegou a meio mas chegou!!!

Olá acampakis, tudo bem?
Como sabem eu este ano não era para ir, mas quando fui fazer a minha visita tal como tinha prometido, convidaram-me para ficar, e aceitei!

Agora que penso naquela 4ª feira à noite percebo que fiz bem em ter ficado. Aliás o que eu vivi nestes dias, e o conforto que o "Carmo jovem" me dá ninguém me pode tirar. É como se fosse a minha 2ª casa. Como dizia a Jana "Se nós não formos às actividades, nem "levarmos o Carmo Jovem no coração", somos nós quem perdemos, não os outros!".
Foi o meu 3º Acampaki, conheci pessoas novas, fizemos coisas novas, vivi coisas novas e diferentes. Mas no fundo mantivemos sempre o espírito Cardume. Sei que não sou a melhor pessoa para falar, sou sempre a mais caladinha. Descobri uma família que me impressionou bastante pelo modo como lutaram, como educaram três filhos e lidaram com a situação do filho mais novo e nunca, nunca abandonar ou deixar de acreditar na fé cristã. E desejo-lhes as maiores felicidades, para eles. São uns lutadores. Sem dúvida que o são!

Espero continuar a ir a mais actividades e um dia também começar a levar alguém que se contagie por esta gotinha tão pequenina.
Gostei muito, sem duvida que gostei. Espero que também tenham gostado e como diz a Jana e com razão "Nunca desistam !".
Beijos,
Fiúza

Zé Filipe, um AcampaKi emocionado



Para mim, o VI Acampaki foi a minha primeira experiência no Carmo Jovem, nesta vertente.
No início, tudo me era estranho e impessoal, nada parecido com a minha maneira de ser. Contudo, aprendi a receber, a conviver em novos contextos, com várias personalidades distintas e marcantes. Para meio da semana, comecei a integrar-me melhor, a entender e aceitar, acima de tudo, a dinâmica do Acampaki. Progressivamente, as emoções começaram a surgir e o meu sentimento de ternura pelo grupo foi aumentando. A partir deste momento comecei a agir com naturalidade e fiquei cada vez mais à vontade; a aproximação de pessoas com quem nunca contactei foi aumentando; a descoberta de novos amigos e novas formas de vida foi-me alargando horizontes e a “aclarar terras já avistadas”.
A Sexta e o Domingo foram os dias mais marcantes para mim, pois foi nesses dias onde deixei as emoções virem à flor da pele. Na Sexta, devido às confissões, pois também me ajudou a ultrapassar um grande medo, que é partilhar as minhas faltas com uma pessoa que não estou acostumado a fazer; o Domingo também foi bastante marcante, pois era o dia da despedida. Um dia que foi preenchido por uma eucaristia cheia de simbolismo e homenagens que me tocaram pessoalmente. 
Para um balanço final e global, uma semana cheia de diversão, reflexão, criação de laços, algumas lágrimas e inspiração, espero participar num novo Acampaki e desenvolver mais a oração ao estilo teresiano, rodeado de pessoas que me querem bem.


sábado, 10 de novembro de 2012

João Sequeira, um novo acampaKi, muito entusiasmado!

Este é o meu primeiro testemunho dum Acampaki, o relato do meu primeiro Acampaki, e minha primeira atividade do Carmo Jovem. Ainda há muito que não sei sobre o Carmo Jovem e que gostaria de descobrir, mas para isso há tempo. Agora é tempo de falar do VI Acampaki visto dos olhos de um novato.
Quando a Maria me convidou para isto, aceitei imediatamente, primeiro porque sempre quis acampar, e nunca tivera oportunidade de o fazer, em segundo porque estaria lá a minha namorada, com quem nunca tive oportunidade de estar tanto tempo, e em terceiro porque era uma atividade religiosa, que me permitiria ter um contacto mais próximo de Deus como nunca tive oportunidade de experimentar. Assim, sendo algo tão oportuno, não tinha grande alternativa senão aceitar. E lá fui.
O Acampaki não esteve abaixo das espectativas. Ainda que eu não soubesse com que contar, esperava no mínimo estar bons tempos com boa gente e divertir-me com o que o Carmo tivesse ali para oferecer. Foi muito mais que isso. Logo do início percebi que ali era diferente. Se não fosse pelo facto de ter uma piscina a céu aberto com uma vista magnífica, ou haver um guião que anunciava uma vida de oração mais intensiva do que esperava, a hospitalidade instantânea com que me receberam todos os meus colegas acampakianos e a naturalidade com que se faziam certas coisas que no mundo exterior seriam vistas como absurdas provava que a vivência naquele acampamento ia mudar-me. E assim foi.
Desde o “Amigo secreto” até aos saraus, o acampaki tinha tudo para fornecer um ambiente de forte e agradável convivência entre os participantes. Atividades que exigiam poucos meios, mas grande imaginação e esforço, os quais creio terem vindo principalmente das magníficas coordenadoras, a Ana e a João, e do singular Frei João.
Mas a parte religiosa também não podia ser descorada, e não foi. Desde as orações até à hora do silêncio, com uma importante escala pelas confissões, nunca me senti chamado à missão cristã como na Quinta do Menino Jesus de Praga. Uma vez mais, calorosos parabéns a quem tenha tido a energia de organizar tais eventos.
Assim, não hesito em dizer, o Acampaki foi uma experiência que mudou a minha vida como nenhuma outra, e se hoje uso o meu escapulário carmelita enquanto escrevo isto, é porque fiquei verdadeiramente tocado por uma experiência à qual poucos se atrevem a ir, mas onde não falta boa disposição, trabalho e religião. Parabéns a todos os meus colegas acampakianos, às coordenadoras, ao Frei João e à Maria, sem a qual não teria usufruído de tal experiência.

Dum entusiasmado acampakiano
João Sequeira

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O nosso Cardume



O espírito do VI AcampaKi é o cardume. Cardume é um monte de peixes, também pode ser um montão ou uma montanha, ou uma colinazinha suave como o Carmo. Mas são sempre mais que um e mais que dois, e sim, são mais que muitos peixes. O espírito deste ano não é um bicho são vários, diferentes, mas vivendo juntos.
Vive o AcampaKi com espírito Cardume. Não interessa se és novo ou velho, dos que agora chegaram ou dos primeiros, o cardume é teu e para ti.
Somos diferentes, mas todos iguais. Pensamos mais nos outros que em nós, protegemos os mais fracos, ajudamos os cansados. Caminhamos, rezamos e comemos em grupo, mas cada um é ele mesmo. As suas dificuldades desaparecem no conjunto, as suas qualidades melhoram e engrandecem o grupo.
É isto que esperamos de ti. Espírito de colaboração e equipa. À frente vai a Ana e a Ana vai atrás. Nós vamos no meio, no meio dessa imensa gota que é o mar. As gotinhas somos nós, o AcampaKi é nosso, nós somos dos outros e é por isso que a família AcamapKi é bela.
Não estamos já a ansiar o VII AcampaKi?

Frei João Costa

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A nossa fonte


Fonte pura, fonte fria...
(Onde vais, minha canção?)
Fonte pura...assim queria
que fosse meu coração:
fluir na noite e no dia
sem se desprender do chão.
Eugénio de Andrade